Núcleo Base
Ira!
Composição: Edgard Scandurra
Meu amor eu sinto muito, muito, muito, mas vou indo
Pois é tarde, muito tarde e eu preciso ir embora
Sinto muito meu amor mas acho que já vou andando
Amanhã acordo cedo e preciso ir embora
Eu queria ter você mas acho que já vou andando
Outro dia pode ser mas não vai dar pra ser agora...la lala lalalala
Eu tentei fugir não queria me alistar
Eu quero lutar mas não com essa farda
Eu tentei fugir não queria me alistar
Eu quero lutar mas não com essa farda
E já está ficando tarde e eu estou muito cansado
Minha mente está tão cheia e estou me transbordando
Você pensa que sou louco mas estou só delirando
Você pensa que sou tolo mas estou só te olhando la lala lalalala
Eu tentei fugir não queria me alistar
Eu quero lutar mas não com essa farda
Eu tentei fugir não queria me alistar
Eu quero lutar mas não com essa farda
Mas não com essa farda. Mas não com essa farda
Mas não!
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Melhores Músicas da História V
Sorte Orkutiana do Dia (Parte 2)
Mentira. Eu já tinha visto esse aí.
Um pouco de futebol
Estamos em plena época de classificatórias para a Copa do Mundo de 2010, e o Brasil tem sofrido uma série de reveses, como ser derrotado para a Venezuela e para o Paraguai (!) e ficar no 0x0 com a Argentina. Deve ter mais por aí, mas como estou desinformado, só sei dessas. E por causa destes resultados, a torcida brasileira tem pedido a cabeça do técnico Dunga. Essa semana foi o jogo contra a Argentina, e acabei assistindo um pedaço. O que me chamou a atenção não foi nenhum grito afetado de "GOOOOL!" do Galvão, mas o clamor popular "Ei, Dunga, vai tomar no cu!" e "Burro! Burro! Burro!" que subia do estádio. Torcidas são coisas tristes. Elas são uma aglomeração cruel de gente boa, um monstro de mil cabeças sem cérebro nenhum. Alguém que vai em estádios torcer pelo time do coração pode reclamar "pô Andarilho, eu não sou assim!"e vai ser perfeitamente compreensível, porque, realmente, nem todo mundo que vai em torcidas age dessa maneira. Mas a maioria sim.
O Dunga está sendo muito criticado por ter tirado o Pato da escalação (ou algo assim), e sendo chamado de todo o sortilégio de ofensas. Lembro-me de ter ouvido que no Brasil, todo mundo é técnico de futebol. Foi lá pela copa de 2002, quando o Felipão estava amargando o mesmo que o Dunga neste momento, e uma equipe de reportagem da Globo foi às ruas pedir a opinião das pessoas sobre o que ele devia fazer. Nunca me esqueci de um cidadão gordo, baixinho, com bigode mal feito e cara de fruteiro dizendo toda a escalação e posicionamento tático dos jogadores: "põe o romário no ataque, Biro-Biro como centroavante, o Taffarel de goleiro e faz esquema 4-4-3" Inventei umas bobagens aí por que me lembro que, na época, o clamor popular era "Felipão burro! Chama o Romário que ele faz gol! Sem ele o Brasil não se classifica!"
Bem, minha opinião não é definitiva, mas acho que há um bom motivo para terem contratado o Felipão e o Dunga para serem técnicos da Seleção Brasileira ao invés do Zé das Hortifruti: eles sabem o que fazem. Ao contrário do que muita gente pensa, treinar um time e levá-lo à vitória envolve mais do que escalação e preparo físico - a grande maioria destas variáveis não está sob o controle direto do treinador, e mesmo as que estão não envolvem apenas decisões fáceis e diretas. Querendo ou não, em algum momento vai acontecer um erro bem ruim. E o Monstro das Mil Cabeças e Nenhum Cérebro estará lá para criticar, sempre.
Caso ninguém aqui lembre, o time do Felipão ganhou a Copa do Mundo de 2002 sem o Romário, depois de uma classificatória terrível, e hoje é lembrado como um dos melhores técnicos que o Brasil já teve. Talvez o mesmo aconteça com o Dunga, por que não? Não confio muito em gente que critica alguma coisa sem saber do que está falando, e a torcida brasileira em sua quase totalidade me parece se enquadrar nesta definição.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Leituras, leituras...
segunda-feira, 16 de junho de 2008
As Provações da Faculdade XXIII
Ode ao Herói Moderno
Mas os heróis insistem em existir, mesmo neste mundo desbotado e estatisticamente previsível. Eles não usam capas vermelhas chamativas, nem empunham laços mágicos. São como os personagens de Heroes: pessoas comuns que ouviram e atenderam o chamado de uma missão maior que suas vidas. Eles não possuem poderes vistosos como ler mentes ou prever o futuro, pois o seu é muito mais sutil e poderoso do que qualquer bola de fogo: é a determinação implacável, a força da natureza que move montanhas e desvia o curso dos rios de forma paulatina porém inexorável, e que mesmo a mais violenta onda do mar pode derrotar. Seus inimigos são infinitos e invisíveis: a ignorância, a indiferença, a ganância, o ódio, a destruição. Eles não se escondem apenas no corpo de um Darth Vader completamente mau, mas espreitam os corações de todos os seres humanos, inclusive os de nossos cavaleiros jedi sem face e sem sabre de luz. Porém que tipo de herói é esta criatura bidimensional que conhece apenas a luz e a bondade, e nada sabe do inimigo que enfrenta? Não é um indivíduo completo, e não passa de uma caricatura da realidade, pois todo herói verdadeiro já foi derrotado, por seus inimigos ou por si próprio, já chorou, já desistiu, já caiu e se sujou em pecado. E é justamente a sombra de seu caráter que o faz forte.
Por isso, herói que lê estes parágrafos, lembra-te de que tua batalha é ingrata e sem esperança; que aqueles que tu salvar da morte e da perdição escarraram-te a face ao invés de agradecer-te; que não haverá um minuto de descanso; que tua arma se partirá muito antes do fim e que tua é morte certa; e que mesmo assim, apesar de todos reveses que certamente tu irá encontrar em tua senda, deves continuar lutando, por que esta é tua força. Lembra-te que não estás sozinho, que muitos outros lutam ao teu lado, mesmo que tu não os veja, e que para cada um que tomba, outro ergue-se e toma seu lugar. Teu sacrifício nunca será em vão, ó guerreiro, pois é do teu sangue e do teu suor que nascerão as flores de um novo tempo, mais belo e justo, que nem eu, nem tu veremos, mas que teremos ajudado a construir. Isto é o suficiente para continuarmos em pé.
sábado, 14 de junho de 2008
As Provações da Faculdade XXII
Melhores Músicas da História IV
Eu quero sempre mais
Ira e Pitty
Composição: Edgard Scandurra
A minha vida, eu preciso mudar todo dia
Pra escapar da rotina dos meus desejos por seus beijos
Dos meus sonhos eu procuro acordar e perseguir meus sonhos
Mas a realidade que vem depois não é bem aquela que planejei
Eu quero sempre mais
Eu quero sempre mais
Eu espero sempre mais de ti
Por isso hoje estou tão triste
Porque querer está tão longe de poder
E quem eu quero está tão longe, longe de mim
Longe de mim
Longe de mim
Longe de mim
A minha vida, eu preciso mudar todo dia
Pra escapar da rotina dos meus desejos por seus beijos
Dos meus sonhos eu procuro acordar e perseguir meus sonhos
Mas a realidade que vem depois não é bem aquela que planejei
Eu quero sempre mais
Eu quero sempre mais
Eu espero sempre mais de ti
Por isso hoje estou tão triste
Porque querer está tão longe de poder
E quem eu quero está tão longe, longe de mim
Longe de mim
Longe de mim
Longe de mim
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Vida Dura (Parte 15)
Vida Dura (Parte 14)
SENHA INCORRETA
Droga. Repito todo o processo.
SENHA INCORRETA
Droga de novo. Não repeti tudo de novo por que, se digito a senha incorreta três vezes no mesmo dia, não só a senha da internet como toda minha conta é bloqueada. E a probabilidade de acertar miraculosamente na terceira tentativa só existe nos filmes.
Senha do Banco 1x0 Andarilho
Amanhã de manhã tem mais. Bancos de merda.
Eleição pra Reitoria - provável último post
Enfim, já sairam os resultados preliminares da votação, e segundo cálculos
Em todo caso, até amanhã sai essa droga de resultado, e finalmente saberemos quem vamos xingar pelos próximos quatro anos quando acontecer alguma merda na UFRGS.
